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A sua segurança é da nossa conta
Preparamos dicas importantes para sua segurança na internet
Conheça alguns dos golpes mais comuns e veja como se prevenir dessas práticas!

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Golpe do falso consultor

Como acontece

A tentativa de golpe tem ocorrido via SMS ou WhatsApp, mas principalmente pelo WhatsApp. O golpista se identifica como consultor ou consultora da Finvia, envia uma proposta comercial e, após o aceite do cliente, solicita dados pessoais e da empresa. A partir daí, pede um pagamento para a liberação do financiamento.
 
Atenção: a Finvia não solicita pagamentos antecipados para concessão de empréstimos ou financiamentos por meio de terceiros. Não realize pagamentos sem antes confirmar diretamente com a Finvia. Não efetue negociações ou pagamentos fora dos nossos canais oficiais.

Como se proteger
 

  • Leia e-mails, mensagens e SMS com atenção e desconfie de pedidos estranhos.

  • Verifique os números de envio e os remetentes de e-mail.

  • Questione mensagens com erros de digitação e tom de urgência.

  • Em caso de dúvida, contate o atendimento oficial da Finvia para confirmar a mensagem recebida.

  • Não informe dados pessoais importantes por telefone, e-mail, SMS ou WhatsApp.

  • Não abra anexos de desconhecidos e bloqueie números suspeitos.

Golpe do empréstimo falso

Como acontece

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A tentativa de golpe tem ocorrido via SMS ou WhatsApp, mas principalmente pelo WhatsApp. O golpista se identifica como consultor ou consultora da Finvia, envia uma proposta comercial de empréstimo e, após o aceite do cliente, solicita dados pessoais e da empresa. A partir daí, pede um pagamento antecipado para a liberação do valor contratado.

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Atenção: a Finvia não solicita pagamentos antecipados para concessão de empréstimos ou financiamentos por meio de terceiros. Não realize pagamentos sem antes confirmar diretamente com a Finvia. Não efetue negociações ou pagamentos fora dos nossos canais oficiais.

​

Como se proteger

​

  • Leia e-mails, mensagens e SMS com atenção e desconfie de pedidos estranhos.

  • Verifique os números de envio e os remetentes de e-mail.

  • Questione mensagens com erros de digitação e com tom de urgência.

  • Em caso de dúvida, contate o atendimento oficial da Finvia para confirmar a mensagem recebida.

  • Não informe dados pessoais importantes por telefone, e-mail, SMS ou WhatsApp.

  • Não abra anexos de desconhecidos e bloqueie números suspeitos.

  • Não clique em links de números suspeitos.

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Golpes de phishing
 
Phishing é um tipo de fraude financeira que rouba seus dados e suas senhas por meio de mensagens e sites falsos. Saiba como reconhecer.

Como acontece

Você recebe uma mensagem com um link para uma página ou site falso. O texto diz que você precisa atualizar ou confirmar seus dados para a conta não ser bloqueada, ou para a proposta não ser cancelada. Os dados enviados vão direto para o golpista, que passa a usá-los para acessar contas e fazer compras em seu nome.

Como se proteger
 

  • Leia e-mails, mensagens e SMS com atenção e desconfie de pedidos estranhos.

  • Questione mensagens com erros de digitação e com tom de urgência.

  • Em caso de dúvida, contate os canais oficiais da Finvia para confirmar a mensagem recebida.

  • Não informe dados pessoais importantes por telefone, e-mail, SMS ou WhatsApp.

  • Não abra anexos de desconhecidos e bloqueie números suspeitos.

  • Antes de clicar, confira o endereço do site na barra do navegador.

Golpe no WhatsApp

Tome cuidado com o "zap". Veja os dois principais golpes financeiros no aplicativo de mensagens mais usado pelos brasileiros.

Como acontece

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a) Invasão da conta. O golpista entra em contato se passando por funcionário de banco e convence você a informar o código de segurança do WhatsApp. Com o código em mãos, ele assume sua conta, finge ser você e pede dinheiro aos seus contatos.

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b) Criação de conta falsa. É criada uma nova conta de WhatsApp com o seu nome e a sua foto de perfil. Com a conta falsa, o golpista avisa aos seus contatos que aquele é seu novo número e pede dinheiro emprestado se passando por você.

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A Finvia nunca solicita o código de verificação do seu WhatsApp por telefone, mensagem, e-mail ou qualquer outro canal. Também não informamos troca de número por mensagem. Em caso de dúvida, confirme pelos nossos canais oficiais.

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Como se proteger

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  • Nunca passe os códigos de confirmação do WhatsApp, recebidos por SMS.

  • Não compartilhe seu número em redes sociais.

  • Ative a verificação em duas etapas no WhatsApp, em Configurações, depois Conta e Confirmação em duas etapas.

  • Se um amigo ou familiar pedir dinheiro emprestado, confirme se é realmente a pessoa, por chamada de voz ou de vídeo.

  • Se você é cliente e receber uma mensagem da Finvia com número novo ou pedido de pagamento, confirme nos canais oficiais antes de responder.

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Golpe do consórcio
 

A promessa de contemplação garantida é o golpe mais comum no mercado de consórcio — e o que mais se parece com uma oportunidade legítima.
 

Como acontece
 

O criminoso se apresenta como administradora de consórcio ou como consultor autorizado e oferece uma cota com contemplação garantida. A partir daí, surgem três variações principais. Na primeira, cobra uma "taxa de antecipação" ou "lance facilitado" para liberar a contemplação, e desaparece após o pagamento. Na segunda, vende uma cota já contemplada que não existe, com contrato e extrato falsificados. Na terceira, usa o nome de uma administradora real, mas recebe o pagamento em conta de pessoa física, e não da administradora.

Em todos os casos, o cliente paga por algo que não pode existir: contemplação em consórcio é definida por sorteio ou por lance, em assembleia, e não por decisão de um vendedor. Nenhuma empresa séria garante contemplação, porque a garantia não está na mão dela.

Atenção: a Finvia não garante contemplação e não recebe pagamentos de parcelas, lances ou taxas em nome próprio. Valores de consórcio são pagos diretamente à administradora, sempre em conta com o CNPJ dela.
 

Como se proteger
 

  • Desconfie de qualquer oferta com contemplação garantida, prazo certo para contemplação ou "cota que já vai ser contemplada".

  • Confira se a administradora tem autorização do Banco Central, na consulta pública do site do BACEN.

  • Exija o contrato de adesão e o número do grupo. Leia o regulamento: prazo, taxa de administração, fundo de reserva e regras de contemplação estão ali.

  • Verifique se o CNPJ do beneficiário do pagamento é o da administradora, nunca o de uma pessoa física ou de um "consultor".

  • Peça o nome completo, o CNPJ e o número de registro do consultor ou da empresa que está intermediando.

  • Em caso de dúvida, confirme pelos canais oficiais da Finvia antes de assinar ou pagar qualquer valor.

Intermediadora não é administradora: onde está a diferença e por que ela importa

Intermediadora não é administradora

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Quem pesquisa sobre consórcio encontra, cedo ou tarde, a acusação: "intermediadora é falso consórcio". A afirmação parece fazer sentido para quem já leu notícias de grupos que desapareceram com o dinheiro de consorciados. Mas ela confunde duas coisas que a lei separa com clareza — e a confusão custa caro para quem está tentando decidir em quem confiar.

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Por que a confusão existe

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Praticamente todo caso de falso consórcio que virou notícia teve um intermediário no meio. Grupo sem administradora autorizada, dinheiro entrando em conta de pessoa física, promessa de contemplação garantida. Quem lê essas reportagens extrai a associação mais simples disponível: tinha um intermediário, logo intermediário é o problema.

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O raciocínio parece lógico, mas inverte a causa. A ilegalidade nunca esteve em intermediar. Esteve em exercer o papel de administradora sem autorização — captar recursos do grupo, gerir o dinheiro do grupo e prometer resultado. O intermediário do golpe não é culpado por intermediar. É culpado por ter ocupado o lugar da administradora.

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São dois papéis diferentes. Um deles precisa de autorização do Banco Central para existir. O outro não.

 

O que a lei define

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A Lei nº 11.795/2008 organiza o Sistema de Consórcio e define a figura da administradora: pessoa jurídica cujo objeto social principal é a administração de grupos de consórcio, constituída como sociedade limitada ou anônima, com autorização de funcionamento concedida pelo Banco Central e fiscalização permanente do órgão.

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A intermediadora tem outra natureza. É prestadora de serviço de intermediação e assessoramento: avalia o perfil e a necessidade do cliente, indica o grupo adequado em uma administradora autorizada e acompanha o processo até a contemplação. Não é instituição financeira, não recebe autorização de funcionamento do BACEN e não é parte do contrato de consórcio.

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Um detalhe que quase sempre passa batido: a autorização do Banco Central pertence à administradora, não a quem intermedeia. Se um site ou proposta dá a entender que a intermediária é autorizada pelo BACEN, isso já é um sinal de alerta — a informação está no lugar errado.

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A diferença em três perguntas

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Em vez de discutir definições, verifique o dinheiro. Três perguntas encerram a dúvida em qualquer situação.

1. Para onde vai o pagamento? O boleto ou PIX da sua parcela precisa ter como beneficiário uma conta com CNPJ de administradora de consórcio. Se o pagamento vai para o intermediador, para uma pessoa física ou para uma "conta de apoio", não é consórcio — é captação irregular, com ou sem contrato bonito.

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2. Quem assina o contrato de adesão? O contrato de participação em grupo de consórcio é assinado com a administradora. O intermediador assessora a adesão, mas não é parte do contrato.

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3. Quem realiza a assembleia de contemplação? A administradora. A contemplação é definida por sorteio ou por lance, em assembleia, conforme o regulamento do grupo. Nenhum consultor decide isso.

Três respostas verificáveis. Nenhuma opinião.

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O que a intermediadora faz — e o que não pode fazer

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Um intermediador sério entrega trabalho técnico: analisa o perfil do cliente, compara grupos e administradoras, organiza a documentação, acompanha a proposta até a assinatura e segue ao lado do cliente até a contemplação.

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O que ele não pode fazer: garantir contemplação, definir prazo de contemplação, receber parcelas ou lances em nome do grupo ou prometer qualquer resultado que dependa da assembleia.

Na linguagem do direito, o vínculo é de obrigação de meio, não de resultado. Isso não significa ausência de responsabilidade. Significa que a entrega é diligência técnica — análise, comparação, documentação e acompanhamento — e não milagre. Ninguém pode garantir contemplação porque ela é definida por sorteio entre todos os cotistas do grupo.

 

Sinais de alerta na hora de contratar

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  • Promessa de contemplação garantida, em prazo certo ou "na próxima assembleia".

  • Pagamento de parcela, lance ou taxa em conta de pessoa física.

  • Cobrança de "taxa de antecipação" ou "facilitação de lance" para liberar uma contemplação.

  • Venda de cota já contemplada sem comprovação junto à administradora.

  • Contrato de adesão em que a administradora não aparece como parte.

  • Ausência de número de grupo e de regulamento.

Se você já recebeu uma proposta e estes pontos não estão claros, não avance. Pergunte: qual é a administradora, qual o número do grupo, e para qual CNPJ o pagamento vai.

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Como a Finvia atua

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A Finvia é intermediadora. Todo o trabalho passa pelo nosso time — entender o objetivo, comparar grupos e administradoras, organizar a proposta, conferir a documentação e acompanhar você até a contemplação. O pagamento, porém, nunca passa pela Finvia: parcelas, lances e taxas são pagos por você diretamente à administradora, em conta com o CNPJ dela.

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Não garantimos contemplação porque ninguém pode garantir. Garantimos o trabalho: análise criteriosa, comparação por escrito e acompanhamento até a assembleia.

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Antes de assinar qualquer proposta de consórcio, confirme as três perguntas do dinheiro. Se as respostas não forem claras, é porque não estão boas.

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